Discussion:
Número ordinal com "o" sublinhado
(too old to reply)
Bruno Parente Lima
2006-02-22 19:02:34 UTC
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Wanderlei Antonio Cavassin
2006-02-22 22:42:55 UTC
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º \textordmasculine
ª \textordfeminine

mas nao sei se tem a forma plural.
-----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE-----
Hash: SHA1
Olá,
Alguém sabe me dizer uma forma prática de se escrever números ordinais
com aquele 'o' superescrito e sublinhados, assim como o plural ('os'
sublinhado)?
--
Wanderlei Antonio Cavassin

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Bruno Parente Lima
2006-02-23 06:01:47 UTC
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Thadeu Penna
2006-02-23 16:58:51 UTC
Permalink
Uma professora de português, há mais de vinte anos atrás, me disse que o
sublinhado não faz sentido. É uma abreviação, portanto deveria ser
ponto. Até hoje não sei qual o correto mas a explicação dela me convenceu.
-----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE-----
Hash: SHA1
O problema é que esse não sublinha e creio que em português ele deva ser
sublinhado. Terei de me virar com o \underline mesmo...
Bruno Parente
Post by Wanderlei Antonio Cavassin
º \textordmasculine
ª \textordfeminine
mas nao sei se tem a forma plural.
Olá,
Alguém sabe me dizer uma forma prática de se escrever números ordinais
com aquele 'o' superescrito e sublinhados, assim como o plural ('os'
sublinhado)?
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Thadeu Penna
Prof.Adjunto - Instituto de Física
Universidade Federal Fluminense
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Luiz Fernando C Camargo
2006-02-23 17:27:28 UTC
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Post by Thadeu Penna
Uma professora de português, há mais de vinte anos atrás, me disse
que o sublinhado não faz sentido. É uma abreviação, portanto deveria
ser ponto. Até hoje não sei qual o correto mas a explicação dela me
convenceu.
O meu professor de física me explicou isso, é pra segurar o
superscrito, se não ele cai... :)


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Silvio A. Vitiello
2006-02-23 17:51:34 UTC
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Luiz Arthur Pagani
2006-02-23 19:57:34 UTC
Permalink
Bom, deixa eu dar minha opinião de lingüista.

Essa é uma típica questão de convenção ortográfica. Como toda boa convenção,
não adianta muito procurar uma explicação racional para a escolha: não deve
haver nenhum motivo razoável para se escolher ponto ou traço sob o "o" ou
"a" (e "os" ou "as"); é assim porque alguém começou a fazer assim e outro
achou legal, e um terceiro copiou, e assim por diante. Ou então alguém
arbitrariamente sentou e decretou que deveria ser de um determinado jeito.

Mas até onde eu sei, não existe nenhuma organização que estabeleça norma
ortográfica oficialmente no Brasil (acho que nem mesmo a temerária ABNT
tentou fazer isso). Apesar de ainda existir uma antiga lei (ainda do tempo
dos governos militares) para regulamentar a redação de gramáticas
brasileiras: a famosa NGB (norma gramatical brasileira), que ninguém leva a
sério (ainda bem). Ou seja, não faz o menor sentido em dizer que o certo é
botar ponto na abreviação do ordinal; como não faz o menor sentido dizer que
isso estaria errado; mas também não faz sentido dizer que o certo (ou errado)
é o traço. Mas, como toda boa convenção não estabelecida, nada nos livra de
cada um que disponha de alguma autoridade nos impor a disposição que melhor o
agrada: é por isso que certas instituições universitárias obrigam que os
títulos dos trabalhos dos seus alunos sejam em negritos, enquanto outras
reprovam os que não colocam o seu título em itálico.

E isso não acontece só com a ortografia. Há pouco tempo tivemos alguma
controvérsia causada pelo deputado Aldo Rebelo que queria instituir até multa
para quem usasse estrangeirismos. Por sorte, parece que o deputado achou algo
mais importante com que se preocupar porque senão não poderíamos falar mais
português: mesmo que não pedíssemos para ninguém mais clicar no mouse, ainda
seria difícil comprar um pé de alface para colocar na nossa salada, ou
abastecer nosso carro com álcool (ambas as palavras, como quase todas
começadas em "al" vêm do árabe); comer bombom nem pensar (porque vem do
francês), ler uma revista também não dá (porque vem do inglês; e nem
lembremos de outros exemplos como hamburger, hot dog etc). Mas não esqueçamos
que, na origem, a língua que a gente fala hoje no Brasil é estrangeira: para
os menos atentos, ela é portuguesa!

Tivemos também uma febre anti-gerundista, com muitas autoridades competentes
desqualificando a mania supostamente imposta pelo telemarketing (opa, que o
Aldo Rebelo não nos ouça agora) de dizer "vou estar ligando". Por sorte essas
modas todas passam, mais cedo ou mais tarde.

Bom, em resumo, como tem um lingüista nesta lista, sempre que alguém perguntar
se determinada convenção é a certa ou é a errada, se a resposta não tiver uma
justificação através de alguma norma estabelecida por alguma entidade de
normativização, pode esperar que eu vou encher o saco como estou fazendo
agora! Encher o saco no bom sentido... porque não estou chateado com ninguém,
nem estou dizendo que as pessoas não devam fazer esse tipo de pergunta.

Abraços a todos.
--
Luiz Arthur Pagani
arthur-***@public.gmane.org

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Renato
2006-02-23 19:12:51 UTC
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Bom o seu ponto de vista, Pagani, mas fico com a explicação do físico!
Tempos atrás este mesmo tipo de discussão apareceu na comp.text.tex.
Lá era sobre o uso do st, nd e th nos ordinais em inglês. Não me
lembro exatamente, mas parece que foi abolido. Mas como o latex tem
remédio para tudo se o camarada quiser há um pacote que faz tal coisa.

Saudações acadêmicas!

Renato
Post by Luiz Arthur Pagani
Bom, deixa eu dar minha opinião de lingüista.
Essa é uma típica questão de convenção ortográfica. Como toda boa convenção,
não adianta muito procurar uma explicação racional para a escolha: não deve
haver nenhum motivo razoável para se escolher ponto ou traço sob o "o" ou
"a" (e "os" ou "as"); é assim porque alguém começou a fazer assim e outro
achou legal, e um terceiro copiou, e assim por diante. Ou então alguém
arbitrariamente sentou e decretou que deveria ser de um determinado jeito.
Mas até onde eu sei, não existe nenhuma organização que estabeleça norma
ortográfica oficialmente no Brasil (acho que nem mesmo a temerária ABNT
tentou fazer isso). Apesar de ainda existir uma antiga lei (ainda do tempo
dos governos militares) para regulamentar a redação de gramáticas
brasileiras: a famosa NGB (norma gramatical brasileira), que ninguém leva a
sério (ainda bem). Ou seja, não faz o menor sentido em dizer que o certo é
botar ponto na abreviação do ordinal; como não faz o menor sentido dizer que
isso estaria errado; mas também não faz sentido dizer que o certo (ou errado)
é o traço. Mas, como toda boa convenção não estabelecida, nada nos livra de
cada um que disponha de alguma autoridade nos impor a disposição que melhor o
agrada: é por isso que certas instituições universitárias obrigam que os
títulos dos trabalhos dos seus alunos sejam em negritos, enquanto outras
reprovam os que não colocam o seu título em itálico.
E isso não acontece só com a ortografia. Há pouco tempo tivemos alguma
controvérsia causada pelo deputado Aldo Rebelo que queria instituir até multa
para quem usasse estrangeirismos. Por sorte, parece que o deputado achou algo
mais importante com que se preocupar porque senão não poderíamos falar mais
português: mesmo que não pedíssemos para ninguém mais clicar no mouse, ainda
seria difícil comprar um pé de alface para colocar na nossa salada, ou
abastecer nosso carro com álcool (ambas as palavras, como quase todas
começadas em "al" vêm do árabe); comer bombom nem pensar (porque vem do
francês), ler uma revista também não dá (porque vem do inglês; e nem
lembremos de outros exemplos como hamburger, hot dog etc). Mas não esqueçamos
que, na origem, a língua que a gente fala hoje no Brasil é estrangeira: para
os menos atentos, ela é portuguesa!
Tivemos também uma febre anti-gerundista, com muitas autoridades competentes
desqualificando a mania supostamente imposta pelo telemarketing (opa, que o
Aldo Rebelo não nos ouça agora) de dizer "vou estar ligando". Por sorte essas
modas todas passam, mais cedo ou mais tarde.
Bom, em resumo, como tem um lingüista nesta lista, sempre que alguém perguntar
se determinada convenção é a certa ou é a errada, se a resposta não tiver uma
justificação através de alguma norma estabelecida por alguma entidade de
normativização, pode esperar que eu vou encher o saco como estou fazendo
agora! Encher o saco no bom sentido... porque não estou chateado com ninguém,
nem estou dizendo que as pessoas não devam fazer esse tipo de pergunta.
Abraços a todos.
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Luiz Arthur Pagani
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Silvio A. Vitiello
2006-02-23 20:28:14 UTC
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ari-kA8u3s74oumdNXQKUTFN2gh0onu2mTI+@public.gmane.org
2006-02-24 14:43:00 UTC
Permalink
Caros

Há algum tempo surgiu uma dúvida aqui na lista (não tive paciência
para procurar no histórico) sobre como escrever uma equação muito
grande e que precisa ficar em duas colunas.

Uma solução, muito boa, é usando o package "cuted". Vejam o exemplo
abaixo.


Ariovaldo

-------------------------Corte aqui - inicio -----------
\documentclass[11pt,a4paper,twocolumn]{article}

\usepackage[latin1]{inputenc}
\usepackage{cuted}

\title{Equação em duas colunas}
\author{Desconhecido}

\begin{document}

\maketitle

A equação \ref{eq2col} deverá aparecer usando as duas colunas..

\begin{strip}
\begin{equation}
P_k = V_k \sum_{m=1}^{N} V_m (G_{km} \cos \theta_{km} + B_{km}
\sin \theta_{km})
\label{eq2col}
\end{equation}
\end{strip}

Teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste

\end{document}

-------------------------Corte aqui - fim -----------






--
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Bruno Otávio Soares Teixeira
2006-02-24 15:11:55 UTC
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Olá, Ariovaldo!

Que ótima informação/descoberta!

Fico te devendo essa.

Abraço,

Bruno
Post by ari-kA8u3s74oumdNXQKUTFN2gh0onu2mTI+@public.gmane.org
Caros
Há algum tempo surgiu uma dúvida aqui na lista (não tive paciência
para procurar no histórico) sobre como escrever uma equação muito
grande e que precisa ficar em duas colunas.
Uma solução, muito boa, é usando o package "cuted". Vejam o exemplo
abaixo.
Ariovaldo
-------------------------Corte aqui - inicio -----------
\documentclass[11pt,a4paper,twocolumn]{article}
\usepackage[latin1]{inputenc}
\usepackage{cuted}
\title{Equação em duas colunas}
\author{Desconhecido}
\begin{document}
\maketitle
A equação \ref{eq2col} deverá aparecer usando as duas colunas..
\begin{strip}
\begin{equation}
P_k = V_k \sum_{m=1}^{N} V_m (G_{km} \cos \theta_{km} + B_{km}
\sin \theta_{km})
\label{eq2col}
\end{equation}
\end{strip}
Teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
\end{document}
-------------------------Corte aqui - fim -----------
Jose Augusto P.Veiga
2006-02-24 17:47:22 UTC
Permalink
ari-kA8u3s74oumdNXQKUTFN2gh0onu2mTI+@public.gmane.org
2006-02-24 17:59:25 UTC
Permalink
Basta colocar o \caption{ ... } antes do \begin{tabular}
Ficaria:

\begin{table}[!ht]
\begin{center}
\caption{Caracter\'isticas das vari\'aveis obtidas a partir das
rean\'alises do NCEP/NCAR usadas no trabalho.} \label{tabncep}
\begin{tabular}{ccccc}\hline\hline
Tipo & Vari\'avel & Unidade & N\'ivel (hPa) & Escala \\
\hline A & \bf{u} & m $s^{-1}$ & 1000-100


....

\hline
\end{tabular}
\end{center}
\end{table}
\end{document}

Ariovaldo
Caros, eu gostaria de colocar o titulo da tabela acima da tabela e nao
abaixo, como segue no exemplo, o que devo fazer?
\begin{table}[!ht]
\begin{center}
\begin{tabular}{ccccc}\hline\hline
Tipo & Vari\'avel & Unidade & N\'ivel (hPa) & Escala \\
\hline
A & \bf{u} & m $s^{-1}$ & 1000-100 &
mensal/di\'aria \\
A & \bf{v} & m $s^{-1}$ & 1000-100 &
mensal/di\'aria \\
A & T & K & 1000-100 &
mensal/di\'aria \\
B & $\omega$ & mb $s^{-1}$ & 1000-100 &
mensal/di\'aria \\
B & q & g$Kg^{-1}$ & 1000-300 &
mensal/di\'aria \\
B & W & Kg $m^{-2}$ & superf\'icie &
mensal/di\'aria \\
C & P & Kg $m^{-2}$ $s^{-1}$ & superf\'icie &
mensal/di\'aria \\
C & CNVHR & K $s^{-1}$ & 1000-100 &
climatol\'ogica \\
C & LRGHR & K $s^{-1}$ & 1000-100 &
climatol\'ogica \\
C & LWHR & K $s^{-1}$ & 1000-100 &
climatol\'ogica \\
C & SWHR & K $s^{-1}$ & 1000-100 &
climatol\'ogica \\
C & SHAHR & K $s^{-1}$ & 1000-100 &
climatol\'ogica \\
C & VDFHR & K $s^{-1}$ & 1000-100 &
climatol\'ogica \\
\hline
\end{tabular}
\caption{Caracter\'isticas das vari\'aveis obtidas a partir das
rean\'alises do NCEP/NCAR usadas no trabalho.}
\label{tabncep}
\end{center}
\end{table}
Jose Augusto Paixao Veiga
Phd student of Meteorology
National Research for Space Studies - (INPE)
Av. dos Astronautas, 1758 - Jd Granja - CEP 12227-010
PG-MET
Sao Jose dos Campos - SP - Brasil
Work Phone Number: 55-12-3945-6660
Post by ari-kA8u3s74oumdNXQKUTFN2gh0onu2mTI+@public.gmane.org
Caros
Há algum tempo surgiu uma dúvida aqui na lista (não tive paciência
para procurar no histórico) sobre como escrever uma equação muito
grande e que precisa ficar em duas colunas.
Uma solução, muito boa, é usando o package "cuted". Vejam o exemplo
abaixo.
Ariovaldo
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\usepackage{cuted}
\title{Equação em duas colunas}
\author{Desconhecido}
\begin{document}
\maketitle
A equação \ref{eq2col} deverá aparecer usando as duas colunas..
\begin{strip}
\begin{equation}
P_k = V_k \sum_{m=1}^{N} V_m (G_{km} \cos \theta_{km} + B_{km}
\sin \theta_{km})
\label{eq2col}
\end{equation}
\end{strip}
Teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste teste
\end{document}
-------------------------Corte aqui - fim -----------
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Jose Augusto P.Veiga
2006-02-24 19:14:22 UTC
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Luiz Fernando C Camargo
2006-02-22 23:27:54 UTC
Permalink
Olá,
Alguém sabe me dizer uma forma prática de se escrever números ordinais
com aquele 'o' superescrito e sublinhados, assim como o plural ('os'
sublinhado)?
Grato, Bruno.
\textsuperscript{\underline{o}}



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